A GM4 entra na sua operação, conserta o comercial primeiro e só então liga o marketing sobre um funil que já fecha.
Ligar o marketing sobre um comercial que vaza não acelera o crescimento. Só acelera o desperdício. A ordem está invertida no mercado inteiro. A GM4 corrige a ordem.
Marketing não é o erro. Ligar o marketing antes do comercial é.
R$ 17,6M em LTV gerado. O ganho foi 100% comercial. Quando a gente ligou a mídia, ela multiplicou um funil que já fechava.

A conversão subiu antes de a gente tocar no marketing. O ganho foi 100% comercial.
Mídia é multiplicador. E multiplicar zero ainda dá zero.
Diagnóstico, Estruturação, Prática e, só então, Marketing. A mídia entra por último de propósito: para multiplicar um funil que já converte, não para alimentar um que vaza.
Depois dos 45 dias, a gente não some. Fica no acompanhamento até a operação rodar sozinha.
Marketing é o 4º pilar. De propósito.
A gente não manda relatório. Senta na sua operação.
Não treinamos de longe nem entregamos um PDF. Entramos na sua operação, presencial 2x por semana, e ficamos até virar autônoma. Execução acompanhada não se copia.
A maioria vende mídia primeiro. A gente conserta o funil e só então escala a aquisição. As duas pontas conversam porque são a mesma operação, não dois fornecedores brigando.
Na FSA, a conversão subiu antes de a gente tocar no marketing. O ganho foi comercial, não tráfego. É o que prova que a ordem funciona.
Trocar de agência não muda o resultado quando o problema está antes da agência.
Comercial e marketing implantados pelos próprios donos: juntos, por dentro, presencial. Quem diagnostica é quem opera.
Maciel garante que o comercial fecha. Breno garante que o marketing alimenta e a operação escala. Comercial First na própria estrutura da empresa.
Se você já trocou de agência e o resultado não mudou, o problema nunca foi a agência.
Você já tem time e já gasta em mídia, mas a conversão estagnou e mais verba não muda o resultado. A gente entra, encontra onde a venda vaza, reestrutura a condução e só então escala a aquisição sobre um funil que aguenta o volume.
Você tem produto e demanda, mas não tem operação comercial montada. A gente estrutura do começo: contratação, CRM, playbook, metas, rituais. E treina o time ao vivo até a operação andar com as próprias pernas.
Não. Na FSA, a conversão subiu de 3,21% para 8,76% antes de a gente tocar no marketing. O ganho foi 100% comercial. A mídia só entrou depois, pra escalar um funil que já convertia. É exatamente por isso que estruturamos o comercial primeiro: pra a mídia multiplicar, não pra tapar buraco.
Fazemos. Não damos curso, mentoria nem recomendação. Entramos na sua operação, presencial 2x por semana, e montamos o comercial junto com o seu time: CRM, playbook, condução, rituais. Operamos por dentro até a operação rodar sozinha.
A implantação são 45 dias. O comercial começa a mudar já na fase de prática, quando o time entra na rua com o processo novo. A mídia entra no fim, sobre um funil que já converte. Depois disso, acompanhamos até a operação ficar autônoma.
O método é o mesmo princípio em qualquer B2B: SaaS, saúde privada, infoproduto, IES, B2B local. O que muda é a configuração: as etapas do funil se renomeiam pro seu negócio, mas a lógica de medir onde a venda vaza e consertar antes de escalar é invariável. O diagnóstico mostra exatamente como se aplica ao seu caso.
Melhor. Se você já gasta em mídia e a conversão não acompanha, o problema não está na mídia. Está no que acontece depois que o lead chega. A gente conserta essa parte primeiro e depois liga o seu marketing sobre um comercial que aguenta o volume. Você para de pagar caro por lead que vaza.
Não existe marketing bom sem comercial que converte.Comercial primeiro. Receita depois.
O primeiro passo nunca é uma proposta. É o diagnóstico: a gente lê seus números, mede onde a venda vaza e mostra a estrutura ideal pro seu caso. Sem mídia, sem promessa. Só a leitura honesta da sua operação.